William Kentridge describes Johannesburg, South Africa, providing a social and historical context for his animated films, including "Johannesburg, 2nd Greatest City after Paris" (1989).
Excerpted from William Kentridge: Anything Is Possible, a new hour-long film from the producers of the Peabody-Award winning Art in the Twenty-First Century television series. The film gives viewers an intimate look into the mind and creative process of William Kentridge, the South African artist whose acclaimed work has made him one of the most dynamic and exciting contemporary artists working today.
Vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=DpamsEdCbX8&feature=related
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Adir Botelho
Adir Botelho (1932)
Adir Botelho é carioca, gravador, pintor, ilustrador, artista gráfico, desenhista e professor. Em 1951, matriculou-se como aluno na Escola Nacional de Belas Artes. O curso naquele momento era ministrado por Raimundo Cela que foi depois substituído por Oswaldo Goeldi. Adir torna-se assistente dos dois professores entre 1952 e 1961. Com vasta experiência nas artes gráficas, Adir entra para o Instituto Nacional do Livro como técnico. Integra o Conselho de Coordenação dos Cursos da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e estrutura o curso de graduação em gravura, implantado em 1971. Sua xilogravura de forte acento expressionista mantém um vínculo permanente com as questões políticas e humanas (Fonte: http://www.centrovirtualgoeldi.com/paginas.aspx?Menu=agravura).
Adir Botelho é carioca, gravador, pintor, ilustrador, artista gráfico, desenhista e professor. Em 1951, matriculou-se como aluno na Escola Nacional de Belas Artes. O curso naquele momento era ministrado por Raimundo Cela que foi depois substituído por Oswaldo Goeldi. Adir torna-se assistente dos dois professores entre 1952 e 1961. Com vasta experiência nas artes gráficas, Adir entra para o Instituto Nacional do Livro como técnico. Integra o Conselho de Coordenação dos Cursos da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e estrutura o curso de graduação em gravura, implantado em 1971. Sua xilogravura de forte acento expressionista mantém um vínculo permanente com as questões políticas e humanas (Fonte: http://www.centrovirtualgoeldi.com/paginas.aspx?Menu=agravura).
domingo, 11 de setembro de 2011
Barthélémy Toguo - 8ª Bienal do Mercosul
Barthélémy Toguo (Mbalmayo, Camarões, 1967. Vive em Paris, França, e Bandjoun, Camarões)
Barthélémy Toguo trabalha com diversos meios, como o desenho, a gravura, a escultura, a instalação, a performance e o ativismo social. Sua obra aborda temas como a migração, as fricções culturais, produto da geopolítica e das identidades múltiplas e fraturadas. O marcado corte político de seu trabalho é mediado por uma deliciosa sensibilidade poética, expressa em delicados desenhos em aquarela, imagens sensuais e oníricas de fragmentos de corpos, plantas e animais combinados livremente. Suas instalações incorporam uma grande quantidade de objetos, desenhos e vídeos sem uma ordem lógica, convidando o espectador a uma imersão que incentiva a associação livre e o goze visual e sensorial. O fazer manual é evidente em seus desenhos, aquarelas e talhas em madeira, deixando presente sua materialidade dentro de conjuntos mais conceituais, como se quisesse expressar a tensão entre uma formação mais objetual adquirida na África e um desenvolvimento conceitual conquistado durante suas estadias na Europa e América do Norte.
Barthélémy Toguo trabalha com diversos meios, como o desenho, a gravura, a escultura, a instalação, a performance e o ativismo social. Sua obra aborda temas como a migração, as fricções culturais, produto da geopolítica e das identidades múltiplas e fraturadas. O marcado corte político de seu trabalho é mediado por uma deliciosa sensibilidade poética, expressa em delicados desenhos em aquarela, imagens sensuais e oníricas de fragmentos de corpos, plantas e animais combinados livremente. Suas instalações incorporam uma grande quantidade de objetos, desenhos e vídeos sem uma ordem lógica, convidando o espectador a uma imersão que incentiva a associação livre e o goze visual e sensorial. O fazer manual é evidente em seus desenhos, aquarelas e talhas em madeira, deixando presente sua materialidade dentro de conjuntos mais conceituais, como se quisesse expressar a tensão entre uma formação mais objetual adquirida na África e um desenvolvimento conceitual conquistado durante suas estadias na Europa e América do Norte.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Gravura Brasileira Hoje - livro
Gravura Brasileira Hoje
Depoimentos Volume II - Adir Botelho, Anna Carolina, Darel Valença Lins, Isa Aderne, José Altino, José Lima, Newton Cavalcanti, Orlando Dasilva e Thereza Miranda. 193 páginas
Editado pela Oficina de Gravura Sesc Tijuca - 1996.
Depoimentos Volume II - Adir Botelho, Anna Carolina, Darel Valença Lins, Isa Aderne, José Altino, José Lima, Newton Cavalcanti, Orlando Dasilva e Thereza Miranda. 193 páginas
Editado pela Oficina de Gravura Sesc Tijuca - 1996.
domingo, 4 de setembro de 2011
ÁGUA-FORTE
ÁGUA-FORTE
Espalha-se um pouco de verniz sobre a superfície da chapa. Coloca-se esta sobre uma fonte de calor, até que incendeie a parte superior. O fogo se dissipa e a chapa esfria, pronta para ser riscada. Protege-se o verso e as margens da placa com betume e mergulha-se a matriz no ácido. O verniz é limpo com solvente. Repete-se o processo de entintar a matriz e passá-la na prensa. Nesta técnica a linha não é aveludada como na ponta-seca.
Imagens do Catálogo Didático produzido pela Fundação Iberê Camargo. Porto Alegre, Julho de 2006, p.36.
Espalha-se um pouco de verniz sobre a superfície da chapa. Coloca-se esta sobre uma fonte de calor, até que incendeie a parte superior. O fogo se dissipa e a chapa esfria, pronta para ser riscada. Protege-se o verso e as margens da placa com betume e mergulha-se a matriz no ácido. O verniz é limpo com solvente. Repete-se o processo de entintar a matriz e passá-la na prensa. Nesta técnica a linha não é aveludada como na ponta-seca.
Imagens do Catálogo Didático produzido pela Fundação Iberê Camargo. Porto Alegre, Julho de 2006, p.36.
sábado, 3 de setembro de 2011
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